Cada um dar o que tem em sua essência.
Veneno
Raça de víboras, como podem vocês, que são maus, dizer coisas boas? Pois a boca fala do que está cheio o coração.
Mateus 12:34
Mateus 12:34
Jesus chamou os fariseus de raça de víboras, porque o que tinha dentro deles era um pouco do veneno da antiga serpente do jardim do Éden. Quando falavam, era como serpentes ágeis e sutis para injetar sua peçonha, símbolo de pessoas que nos maltratam com a palavra, cheias de inveja e astúcia, o fazem com consciência, porque seu coração já foi tomado pelo diabo. Muitas vezes esse veneno entra em nós, nos fazendo murchar e adoecer o coração, enraizando amargura e rancor na nossa alma, para nos afastar da presença de Jesus.
Os fariseus sabiam verazmente que Jesus era o Messias, mas não O suportavam, pois escolheram as tradições e rituais religiosos que encobriam seus pecados morais e sua comodidade enquanto líderes, do que a graça e o perdão. Não admitiam que aquele jovem carpinteiro de 30 anos tinha mais autoridade do que eles, o orgulho deles era maior que a razão.
A vinha deles é de Sodoma e das lavouras de Gomorra. Suas uvas estão cheias de veneno, e seus cachos, de amargura.
O vinho deles é a peçonha das serpentes, o veneno mortal das cobras.
Por isso que a bíblia diz, que ELE esmagaria a cabeça da serpente, ou seja, todo poder e veneno do diabo, com a palavra de sua boca (como na tentação no deserto, e em todos as perguntas dos fariseus para o apanharem em erro) e com seu sacrifício na cruz.
A mim pertence a vingança e a retribuição. No devido tempo os pés deles escorregarão; o dia da sua desgraça está chegando e o seu próprio destino se apressa sobre eles. "
Fazendo um paralelo, com o apóstolo Paulo, sendo ele um preso embarcado para Roma, foi ali sua palavra desprezada pelo centurião. Depois de escapar da morte em um naufrágio, recebidos por bárbaros na ilha de Malta, trabalhando para juntar gravetos uma cobra lhe picou na mão.
Qual foi sua reação: xingar e murmurar? Não. Apenas balançou a mão e a cobra caiu na fogueira. Primeiramente, a reação dos bárbaros foi de julga-lo como um castigo por ser um assassino, mas quando viram que mal nenhum lhe aconteceu, o admiravam como um deus.
Paulo estava numa missão do evangelho, mas sua viagem não foi confortável, seu estado era de um preso. Passou fome, foi ignorado, foi julgado, foi picado por uma cobra, mas mesmo assim, continuou firme em seu alvo de levar a mensagem do evangelho a César.
Fazer a obra de Deus não nos isenta de tribulações, perseguições e acidentes. Tudo de ruim pode nos acontecer, e muitas vezes de sermos atacados como por cobras peçonhentas pelos próprios que se dizem irmãos da igreja, porque eles são como os fariseus vivem apenas de religião, já não estão em Cristo mas são do diabo.
Entretanto, como Paulo, precisamos prosseguir para o alvo que é Cristo, sem se embaraçar com essas pessoas, sem murmurar, sem revidar, sem olhar para trás. (confira em Atos 27 e 28)
Mas para vocês que reverenciam o meu nome, o sol da justiça se levantará trazendo cura em suas asas. E vocês sairão e saltarão como bezerros soltos do curral.
Malaquias 4:2
Malaquias 4:2
São Luis, MA, 23 de setembro de 2019
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